English Version  Version en Espanõl
Interfood
Portal | Webmail
Catalogo Digital

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Herdade Monte da Cal



Em 2003, a Dão Sul avançou com a produção de vinho na Herdade Monte da Cal, em S. Saturnino, concelho de Fronteira. Mas a aposta da Herdade Monte da Cal na região não passa apenas pela produção de vinhos.
Em 2007, iniciou-se a construção de uma nova adega, desenhada não só para a produção de vinhos de qualidade mas também para disponibilizar todas as condições para a realização dos mais variados eventos associados ao Enoturismo, desde visitas à adega, vinhas, provas e cursos, entre outros. A arquitetura e a decoração deste novo espaço estão profundamente marcadas por influências árabes, relembrando um dos povos mais influentes na cultura portuguesa, particularmente no Sul do País.
Rodeada pela tranquila paisagem norte alentejana, a estrutura insere-se perfeitamente dentro do nosso imaginário de um local calmo e de tradição, onde cada dia se passa sem pressa e com tempo para desfrutar o que de melhor a vida tem.

Quinta de Cabriz

A Global Wines / Dão Sul é o espelho da visão empreendedora e inovadora dos seus sócios desde 1989.
Em 1989, em pleno coração da região demarcada do Dão, na vila de Carregal do Sal, nasce a Dão Sul - Sociedade Vitivinícola, S.A. Inspirada na Quinta de Cabriz, uma propriedade com uma magnífica casa senhorial e capela do séc. XVII, tornou-se numa referência de excelência dos vinhos do Dão.
A Região Demarcada do Dão (DOC) situa-se na região de Beiras, no centro Norte de Portugal.
Das vinhas tipicamente cercadas pelos pinhais, surgem as uvas produzidas em regime de produção integrada que estão na origem dos vinhos de acidez equilibrada e aromas delicados da marca Cabriz. Num portfólio variado, passando pelos espumantes e aguardentes, as uvas tintas e brancas são vinificadas numa adega equipada com a mais moderna tecnologia vinícola, laboratório de controle e qualidade e sala de provas.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Azeite

O Azeite
O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras. Trata-se, pois, de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas.
Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.

História do azeite
A origem da oliveira, na sua forma primitiva, remonta à Era Terciária. Por volta de 3000 anos antes de Cristo, a oliveira já seria cultivada. Sabe-se, no entanto, que, há mais de 6 mil anos, o azeite era usado pelos povos da Mesopotâmia como um protetor do frio e para o enfrentamento das batalhas, ocasiões em que as pessoas se untavam dele. Na Bíblia há citações, havia comércio de azeite entre os negociantes da cidade de Tiro, que, provavelmente, o exportavam para o Egito. Há também informações extraídas do Antigo Testamento bíblico de que teria sido na quantidade de 20.000 batos (2 Crônicas 2:10), ou 20 coros (1 Reis 5:11), o azeite fornecido por Salomão a Hirão.
A propagação da cultura do azeite pelas demais regiões mediterrânea provavelmente deve ter ocorrido por meio dos fenícios e dos gregos. Assim, já na Grécia antiga se cultivava a oliveira, bem como a vinha. E, desde o século VII a.C., o óleo de oliva começou a ser investigado pelos filósofos, médicos e historiadores da época em razão de suas propriedades benéficas ao ser humano.
Os gregos e os romanos sem dúvida descobriram várias aplicações do azeite, com suas múltiplas utilizações na culinária, como medicamento, unguento ou bálsamo, perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.
Além disso, o azeite é mencionado em quase todas as religiões da Antiguidade, havendo inúmeras lendas e mitos a respeito. Muitas das vezes a oliveira era considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.

No Brasil
O Brasil é o sétimo maior importador mundial de azeite de oliva e o segundo de azeitonas. A principal causa é que o país não planta oliveiras, e por isso mesmo, não produz azeitonas e muito menos, o azeite. Mas esta realidade está mudando. A EPAMIG - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais é pioneira nas pesquisas sobre à oliveira desde 1986, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras de clima e na produção de mudas de qualidade.

Produção do azeite
São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite. O azeite da oliveira deve ser produzido somente a partir de azeitonas e não podem ser denominados desta forma óleos extraídos por solventes ou reesterificação, nem misturas com outros tipos de óleo.
Na atualidade, os métodos tradicionais de processamento da azeitona deram lugar a processos modernos de extração, utilizando variação de pressão e temperatura. Com isso, o método tradicional de prensagem a frio quase não existe mais e classifica-se o azeite segundo seu processo de produção da seguinte forma:

Azeite de oliveira virgem, obtido por processos mecânicos. Dependendo da acidez do produto obtido, este azeite pode ser classificado como sendo do tipo extra, virgem ou comum. O azeite virgem apresenta acidez máxima de 2%.

Azeite de oliva refinado, produzido pela refinação do azeite virgem, que apresenta alta acidez e incidência de defeitos a serem eliminados na refinação. Pode ser misturado com o azeite virgem.

Azeite extravirgem. O azeite não pode passar de 0,8% de acidez (em ácido oléico) e nem apresentar defeitos. O órgão que os regulamenta e define quais defeitos são catalogados é o Conselho Oleícola Internacional.

Azeite de oliva comum é obtido da mistura do azeite lampante, inadequado ao consumo, reciclado por meio de processos físico-químicos e sua mistura com azeite virgem e extravirgem. O azeite de oliva comum não possui regulamentação.


Uso culinário do azeite por acidez
Tipo
Acidez
Utilização
Extra Virgem
< 0,8%
Saladas e molhos
Virgem fino
1,5%
Saladas e molhos
Semifino
3,0%
Saladas e frituras
Refinado
>3,0%
Frituras de imersão
Puro
>2,0%
Frituras, assados e marinados
A cor do azeite algumas vezes pode indicar nuances em seu sabor. Normalmente os azeites mais verdes tem aromas e sabores mais frutados








Técnica de Degustação
Quando degustado, normalmente são utilizados frascos pequenos e de tamanho específico, de cor azul cobalto que evitam que o profissional seja influenciado pela cor do líquido. Antes de degustado o copinho é aquecido por alguns segundos na palma da mão, de modo a provocar a libertação do aroma do sumo. O degustador em seguida absorve um pouco do líquido da mesma forma que faz uma degustador de vinho, puxando-o através do ar e espalhando-o com a língua por toda a boca para que se possa sentir o sabor.
O aroma do azeite não deve indicar a presença de defeitos como ranço ou mofo. O seu gosto deve ser frutado e pode conter outros aromas como o de ervas, plantas ou pasta de azeitona, pode ainda conter alguns traços importantes, tais como gosto amargo ou levemente picante, indicando a presença de polifenóis. Elementos como sabor metálico, avinagrados ou acidez perceptível são fatores negativos ao paladar e indicam um azeite de baixa qualidade.
Normalmente, os azeites mais leves e doces são mais próprios a serem usados em saladas, legumes e carnes brancas. Os mais acentuados são melhor aproveitados se usados em carnes vermelhas e cozidos. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Azeite)

A Interfood importada com exclusividade para o Brasil uma linha de azeites gourmets que você pode conhecer melhor e aplicar o que acabou de saber, entre as marcas estão:

* PLANETA


















* LA ORGANIC ORO INTENSO



* GAEA


















* ROCCA DI MONTEGROSSI

Confira e conheça nossa seleção de todos os azeites, acesse http://bit.ly/yqEdSx .

Vinhos com sobremesa

Vinhos doces, alguns amam outros odeiam... Não é tão popular quanto os tintos e brancos, mas pode ser tão interessante e saboroso quanto eles. Para quem está acostumado a beber vinhos secos e tânicos ou espumantes e brancos, os vinhos doces são mais difíceis de degustar.
Esse tipo de vinho tem processos de produção diversos. A sua produção varia de acordo com a região e também da uva utilizada, no entanto a maioria é feita de uvas brancas. E, dado o alto teor de açúcar, tem capacidade para envelhecer bem por um logo período.
Existem diversos tipos, os levemente doces como alguns alemães, os “amabiles” como os Lambruscos Italianos, mas dentre os vinhos doces os mais conhecidos são: Vinho Doce Natural (VDN); Vinho Doce Botrytizado; Vinho Passificado ; Vinho Tokaj Aszú; Vinho Fortificado, entre outros.
Se você aceitar a sedução e intensidade de um vinho doce, seja qual o tipo que escolheu, vai encontrar em seus aromas intensos o mel, as frutas maduras e doces, além do sabor rico e intenso, de amanteigado, chocolate amargo e frutas silvestres, é um prazer que deve ser desfrutado ao menos uma vez em sua vida.
Os vinhos doces, tanto os fortificados quanto os naturais, são também chamados de vinhos de sobremesa por harmonizarem bem com pratos doces em geral, se for seguida a regra de que o vinho deve sempre ser mais doce do que a sobremesa, mas essa não é uma harmonização obrigatória. Eles também podem ser servidos antes da refeição, podem acompanhar salgados, os queijos, como os chamados ‘queijos azuis’ e alguns pratos como o foie gras, cuja harmonização clássica mais apreciada é com o vinho doce Sauternes.
Qualquer que seja a sua escolha, não esqueça de que os vinhos doces devem ser servidos frios, e que os vinhos fortificados devem ser servidos em temperatura entre 12 a 15ºC.
Adoce seu paladar, fizemos uma seleção com os vinhos doces que você encontra na TodoVino, confira...  http://bit.ly/tmzBV6

Vinhos para dias quentes

Calor, férias, piscina, praia, pode até ficar difícil de se imaginar tomando um vinho, logo que a preferência nacional é a cerveja, e neste período do ano, ela está em alta.
Com o começo de um novo ano, gostaríamos de sugerir um desafio àqueles que não pensam em vinhos nos dias quentes, que neste ano tenham novas experiências com vinhos diferentes dos que usualmente degustam.
Para facilitar o experimento, pensem no vinho como uma roupa, em dias quentes não se sai com casacos de lã, assim também é com o vinho, você encontra um vinho para cada ocasião.
Selecionamos alguns vinhos para os dias quentes do verão, estes irão harmonizar muito bem com pratos frescos e leves que fazem parte do cardápio desta estação, como irá acompanhá-lo na piscina e por que não na areia da praia.
Os vinhos para dias quentes precisam ter como determinante em suas características: uma boa acidez, leveza, vivacidade, frescor, taninos macios e leves, graduação alcoólica moderada, estas características se encontra nos vinhos brancos, roses, espumantes e até em vinhos tintos de menor concentração de taninos.
Não esqueça que vinhos com estas características precisam ser servidos sempre em baixas temperaturas.  Segue a temperatura ideal de serviço de cada tipo de vinho: Espumantes: 5ºC; Brancos Doces: 6ºC; Champagnes: 8ºC; Brancos Secos e Leves: 9ºC; Brancos Secos de Corpo Médio: 12ºC; Brancos Secos Encorpados: 14ºC; Rosés: 9 a 10ºC; e Vinhos Tintos Leves: 12ºC.
Faça um ano diferente, não fique na imaginação, comece hoje a degustar um bom vinho branco, rose ou espumante, refresque-se e Feliz Ano Novo!
Neste link estão nossa seleção especial de Verão confira e deguste depois nos conte a sua experiência.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

COMPRAS SEM ESTRESSE

A correria de final de ano não acontece apenas para os consumidores, que estão à procura de seus objetos de desejo seja para presentear, consumir ou usar, mas tem todo um planejamento e criação de ofertas e promoções pelos varejistas.

A oferta diversificada atrai consumidores de diferentes perfis, ainda mais neste período de festas. Exemplo é quem chega a São Paulo encontra um paraíso de compras: são cerca de 240 mil lojas distribuídas nas ruas de todas as regiões da cidade e concentradas nos 77 shopping centers, nas 59 ruas de comércio especializado e nos chamados mini-shoppings – centros comerciais instalados nos diversos bairros da capital. A cidade atende quem procura o consumo sofisticado, até quem vem atraído pelo comércio popular do Bom Retiro, do Brás e da região da Rua 25 de Março. No entanto a circulação por todas estas lojas e centros  comerciais, tem um obstáculo o trânsito caótico de São Paulo.

Surge então um segmento que cresce ano após ano e amplia o leque de opções para os consumidores, e suas regiões, são as lojas On-Line e os Shoppings On-Line que facilita muito a vida das pessoas. Com plataformas cada vez mais seguras, garantem compras sem o estresse de enfrentar o trânsito e lojas congestionadas e a praticidade de receber em sua residência o produto, ou direcionar o presente.

Como não poderia ser diferente, neste nicho também surgem Shoppings, como o RAKUTEM, que é um novo Shopping On-Line e tem o objetivo de fortalecer os laços entre consumidor e varejista, oferecer maior variedade de produtos e principalmente ter bons varejistas de todos os tamanhos para torná-lo uma referência de compras. E no mercado do vinho cada vez mais você encontra oportunidades de compras pela internet, prova disto a TodoVino está com uma loja no Shopping Rakutem, visita a loja http://todovino.loja.rakuten.com.br   e aproveite as promoções. Por falar em promoções este período é repleto de promoções e sorteios para que o consumidor tenha mais vantagens em estar preferindo uma marca e ou um lugar de compra, e a TodoVino criou uma promoção junto com a Winetag para seus clientes!! Você não pode deixar de conferir!! Participe!! http://www.winetag.com.br/promocao/todovino/  

HARMONIZAÇÃO DE NATAL


Neste período temos a tarefa de eleger vinhos para harmonizar com a nossa típica ceia de natal. Entre os pratos mais tradicionais das comemorações natalinas, sem dúvida o peru assado é o mais consumido, embora as formas de cocção variem de região para região, ou, de família para família.

A ave assada com seus sabores de caráter marcado, ainda que não muito intensos, uma leve tendência ao doce, convidam à presença de tintos de média estrutura, com taninos bem resolvidos e acidez agradável, já com alguma complexidade, e que não tenha calor alcoólico em excesso. Segue algumas opções de vinhos que irão acompanhar muito bem o prato tradicional: os vinhos a partir da uva Pinot Noir, principalmente se forem do Velho Mundo; de Portugal você encontra estas características nos vinhos da região do Douro; Já na Espanha você pode encontrar belos exemplares da Rioja; Na Itália você encontra boas opções na região Norte.

As dúvidas começam quando começamos a falar dos acompanhamentos, que geralmente ficam entre castanhas cozidas ou glaçadas, frutas frescas e assadas, geléias, fios de ovos, farofas com frutas cristalizadas e muitas outras iguarias que começam a dificultar a harmonização com o vinho. Estes sabores mais para o adocicado desenvolvem uma parceria interessante com o peru assado, e surgem outras opções para se harmonizar o emblemático peru assado. Nesse caso, os vinhos precisam de equilíbrio entre maciez do álcool e da glicerina, triunfantes sobre a dureza dos taninos e da acidez. Estas frutas e castanhas apresentam "tendência ao doce", que aceitam um vinho com bom frescor, e a "doçura" propriamente dita, que requer um vinho já no mesmo nível de sensação de doçura. Resumindo, vinhos com estas características poderão ser encontrados em alguns tintos argentinos, chilenos e uruguaios  de Syrah, Pinot Noir ou Malbec, com dotes particulares de maciez alcoólico-glicérica, carregam bem esses sabores. No Novo Mundo, procure pelas linhas básicas ou intermediárias dos seus produtores prediletos para não arriscar em vinhos com maior potencia. Falando de brancos, a presença das frutas clama pela untuosidade e exuberância de um Chardonnay ou de um Viognier do Novo Mundo.

Toda passagem de ano merece ser celebrada com uma taça de vinho espumante na mão. Há quem prefira usá-lo já na ceia, nesta oportunidade procure por espumantes frutados, sem falar que é uma ótima ocasião para abrir sua Champagne que está guardada, e por fim poderá ter um belo vinho de sobremesa para acompanhar a parte realmente doce da ceia. Você pode encontrar todas estas opções em nossa loja On-Line www.todovino.com.br .
Interfood Importação Ltda. | Rua Borges de Figueiredo, 1.133 | Mooca | 03110-010 | São Paulo | Brasil | Tel: (11) 2602-7255 | Fax: (11) 2607-5131